Miguel Relvas, esta manhã, disse à TSF: “Ainda anteontem ouvi na TSF a Fitch a dizer que a crise política não é razão para que se venha a verificar o incumprimento em primeiro lugar das contas e o aumento dos juros. E é uma instituição sólida e respeitável, a Fitch.”
No mesmo dia — ou seja, hoje —, a Fitch anunciou um corte de dois níveis no rating de Portugal (de A+ para A-), ameaçando novas reduções. As ideias-chave para o corte levado a cabo pela agência de rating são os seguintes:
O corte do rating é justificado com a crise política em Portugal, depois de o chumbo do PEC, ontem no Parlamento, ter provocado a demissão do Governo. “A revisão em baixa reflecte os riscos acrescidos em torno da implementação das políticas e do financiamento do défice à luz da inviabilização, pelo Parlamento português, das medidas de consolidação orçamental e da demissão do primeiro-ministro”, argumenta Douglas Renwick director da Fitch para o "rating" de soberanos.
A agência escreve que o facto de o Parlamento português ter inviabilizado as novas medidas de austeridade, levando à demissão do Governo, aumenta “significativamente as hipóteses de Portugal pedir assistência multilateral num prazo próximo”.
“A incapacidade do Parlamento aprovar as medidas (PEC IV), e a incerteza política decorrente, enfraqueceu a credibilidade do programa português de reformas orçamentais e estruturais”. “Dada a falta de melhoria nas condições de financiamento, a Ficht não assume mais que Portugal consiga neste ano aceder aos mercados a taxas comportáveis”, avisa a agência de notação.
A agência Fitch alerta ainda que sem um pacote de apoio financeiro credível do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da União Europeia, Portugal sofrerá novo corte de rating, possivelmente em vários níveis, nos próximos meses.
(via Câmara Corporativa)
No mesmo dia — ou seja, hoje —, a Fitch anunciou um corte de dois níveis no rating de Portugal (de A+ para A-), ameaçando novas reduções. As ideias-chave para o corte levado a cabo pela agência de rating são os seguintes:
O corte do rating é justificado com a crise política em Portugal, depois de o chumbo do PEC, ontem no Parlamento, ter provocado a demissão do Governo. “A revisão em baixa reflecte os riscos acrescidos em torno da implementação das políticas e do financiamento do défice à luz da inviabilização, pelo Parlamento português, das medidas de consolidação orçamental e da demissão do primeiro-ministro”, argumenta Douglas Renwick director da Fitch para o "rating" de soberanos.
A agência escreve que o facto de o Parlamento português ter inviabilizado as novas medidas de austeridade, levando à demissão do Governo, aumenta “significativamente as hipóteses de Portugal pedir assistência multilateral num prazo próximo”.
“A incapacidade do Parlamento aprovar as medidas (PEC IV), e a incerteza política decorrente, enfraqueceu a credibilidade do programa português de reformas orçamentais e estruturais”. “Dada a falta de melhoria nas condições de financiamento, a Ficht não assume mais que Portugal consiga neste ano aceder aos mercados a taxas comportáveis”, avisa a agência de notação.
A agência Fitch alerta ainda que sem um pacote de apoio financeiro credível do Fundo Monetário Internacional (FMI) e da União Europeia, Portugal sofrerá novo corte de rating, possivelmente em vários níveis, nos próximos meses.
(via Câmara Corporativa)
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